O Jardim e a Praça não é um estudo de urbanismo nem de ecologia. É um ensaio de antropologia filosófica que parte do paralelo entre a dimensão privada e a pública tal como ocorrem na vida histórica: os dois termos funcionam como duas metáforas centrais, como referências temáticas em torno das quais desenvolve a reflexão do autor. Toda uma viagem, através de digressões e de analogias, conduz o leitor a uma visão conclusiva sobre a própria condição humana.